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Entrevista.com, 06.10.2021 às 09:08
PERCURSOS…
Lurdes Conceição nasceu em Benguela (Angola), mas vive em Braga há 45 anos. Está no Departamento Alimentar dos Serviços de Acção Social da Universidade do Minho (DA-SASUM) há 29 anos e faz parte de uma equipa de cerca de 140 pessoas que prestam apoio à Comunidade Académica na vertente alimentar.

Nesta entrevista, a trabalhadora fala-nos do seu percurso de vida e experiência profissional, conta como é vivido o dia a dia, olhando o futuro com serenidade e esperança.

Como chegou aos SASUM?

Em 1987, através de um programa do Instituto da Juventude, iniciei o meu percurso profissional na Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), com funções de apoio administrativo às suas atividades. Foi uma experiência gratificante e repleta de boas recordações. Em 1992, o administrador dos SASUM da altura, o Dr. Armando Osório, fez-me a proposta para trabalhar no Departamento Alimentar dos SASUM, com funções de apoio administrativo. Desde a minha entrada até à data de hoje, foi e tem sido, um percurso de aprendizagem e evolução, que teve a colaboração de pessoas excecionais que fazem ou fizeram parte desta equipa.

Esteve sempre ligada ao DA-SASUM?

Sim, estou no Departamento Alimentar dos SASUM desde 1992. 

Porquê a área alimentar?

Quando ingressei no Departamento Alimentar, não tinha necessariamente que ter conhecimentos nesta área, eram funções basicamente administrativas. 

Gosta do que faz?

Sim, gosto muito. O trabalho que faço envolve muitas áreas, é um trabalho muito dinâmico e interativo. Não há lugar à monotonia. 

O que mais a motiva no dia a dia no desenvolvimento do seu trabalho?

As pessoas e a diversidade de tarefas. 

Como é um dia de trabalho de Lurdes Conceição?

Na maioria das vezes inicia-se com a abertura da caixa de e-mail e dar seguimento a tarefas agendadas, o que nem sempre é fácil cumprir o planeado. Surgem sempre questões ao longo do dia, que não estavam previstas, e requerem resolução imediata. 

Como caracteriza o trabalho feito no DA?

É um trabalho de evolução e adaptação contínua com vista à melhoria dos serviços a prestar à Comunidade Académica. Um trabalho, por vezes com recursos escassos, que tem o contributo e empenho de uma excelente equipa de cerca de 140 trabalhadores. 

Quais são as melhores e as piores memórias que tem do seu trajeto nos SASUM?

Existem muitas boas memórias. Não tenho más! É claro que surgiram algumas questões menos boas, mas nada que não tenha ultrapassado. 

Como tem sido passar por esta pandemia, a nível pessoal e profissional?

Tanto a nível pessoal como profissional, foi um processo de adaptação, sem grandes receios. Pelo facto de os serviços alimentares nunca terem encerrado por completo e eu ter estado sempre em trabalho presencial, ajudou a ultrapassar a questão do isolamento e a não alterar totalmente as rotinas diárias.

 

Curiosidades

O que ainda não fez?

Provavelmente surgirão coisas novas para fazer.

Ainda tem um grande sonho?

Ainda continuo a sonhar. É bom sonhar, dá-nos objetivos de vida.

Livro?

“Vendidas!”, de Zana Muhsen.

Filme?

O código Da Vinci.

Uma música e/ou um músico?

The Corrs & Bono – Sumer Wine

O que gosta de fazer nos tempos livres?

Convívios com a família e amigos, bricolage, jardinagem.

Um lugar?

Benguela, cidade onde nasci.

A Universidade do Minho?

A minha segunda casa. Local de trabalho, estudo e também convívio. 

 

Fonte: SASUM

Arquivo de 2021