Reitor UMinho 1
Entrevista.com, 13.04.2021 às 12:07
Entrevista ao Reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro
A cerca de seis meses do final do seu primeiro mandato, o UMdicas esteve à conversa com o Professor, que garantiu que apesar das dificuldades e dos tempos difíceis, a Universidade tem conseguido reforçar a sua posição. Afirmando o seu desejo de que o próximo ano letivo “represente o regresso à normalidade da vida da UMinho”.

Rui Vieira de Castro foi eleito Reitor da Universidade do Minho (UMinho) a 24 de outubro de 2017 e tomou posse no cargo a 28 de novembro do mesmo ano. A poucos meses de terminar o seu mandato como Reitor da UMinho, assume a recandidatura ao cargo, num balanço positivo do trabalho feito.

A cumprir os últimos meses do seu primeiro mandato, que balanço faz do caminho percorrido pela Universidade?

Este foi um período muito desafiante, marcado por imprevistos de vária ordem. Quando iniciei o mandato como Reitor da Universidade estava muito longe de imaginar que tivesse de vir a tomar as decisões que tomei e que as circunstâncias da Universidade viessem a ser aquelas que de facto foram.

Este mandato foi iniciado com uma perspetiva de recuperação do país, de uma maior atenção dos responsáveis políticos aos desafios, incluindo financeiros, que se colocavam às instituições de ensino superior, de uma melhoria da situação financeira das instituições de ensino superior.

Neste momento, olhando para os 3 anos e 4 meses que ficaram já para trás, olhando para os indicadores de atividade da Universidade, vemos que, apesar de todas as dificuldades por que passámos, sobretudo as decorrentes da situação pandémica, a Universidade reforçou a sua posição. Sustento isto, olhando para os principais indicadores de desempenho da Universidade, e que têm a ver com o domínio da educação, da investigação e da interação com a sociedade.

No início de 2020/21, colocámos a concurso mais 240 vagas para licenciaturas e mestrados integrados; a Universidade ofereceu, no total, cerca de 3150 vagas. Apesar deste aumento, a UMinho conseguiu uma taxa de preenchimento de vagas como nunca tinha conseguido até então. Cerca de 98,5% de todas as vagas ficaram preenchidas logo na 1ª fase. Mais do que isso, as médias de entrada subiram na esmagadora maioria dos cursos. Isto quer dizer que as pessoas que aspiram a ingressar no ensino superior reconhecem a UMinho como uma instituição capaz de corresponder às suas melhores expectativas.

A UMinho tem vindo, sustentadamente, a crescer no número de estudantes nos últimos anos. Em 2020/21 tivemos uma muito ligeira quebra, associada à diminuição dos estudantes internacionais; face ao quadro de instabilidade em que vivíamos, houve uma natural retração nas decisões de estudar no estrangeiro.

Outros indicadores importantes são os relacionados com a investigação. Em 2020 obtivemos um financiamento global na ordem dos 37 milhões de euros, que corresponde a 112 novos projetos de investigação. Está em linha com aquilo que temos vindo a conseguir nos últimos anos e reforça ainda mais a posição da UMinho, sobretudo quando verificamos que cerca de 50% dos projetos têm financiamento internacional. Temos, pois, uma Universidade consolidada e capaz de responder adequadamente às oportunidades que lhe surgem de financiamento da investigação.

Em 2019 foi feito pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) um exercício de avaliação externa e internacional das nossas unidades de investigação e a Universidade passou a ter nas duas classificações máximas, de excelente e muito bom, 88% das suas unidades de investigação, o que melhora significativamente os resultados que trazíamos do anterior exercício de avaliação. Recentemente saíram os resultados do concurso dos laboratórios associados, uma estrutura de particular relevo dentro do sistema científico e tecnológico nacional. A UMinho passou a estar presente em nove dos 40 laboratórios associados, sendo que dois desses laboratórios são exclusivamente constituídos por unidades da Universidade - o ICVS/3B’s, já anteriormente existente, a que se juntou um outro, que inclui o CEB e o CMEMS.

Em relação à interação com a sociedade, como terceiro e importante eixo de missão da Universidade, também aí os sinais são muito interessantes para a Universidade. No ano anterior passou a integrar mais dois laboratórios colaborativos, um na área da viticultura e o outro na área da construção. Neste momento a Universidade está em oito laboratórios colaborativos. Estes requerem uma relação muito forte e muito estreita com entidades do sistema económico e social e espelham bem a relação de grande densidade que a Universidade tem com entidades externas.  Se acrescentasse ao que antes disse o significado para a economia portuguesa da parceria UMinho/Bosch, o impacto social e económico que ela tem na região, se acrescentasse a intensa atividade cultural da Universidade, se considerasse os inúmeros projetos desenvolvidos em associação com autarquias, se referisse o caso específico das Casas de Conhecimento, diria que encontramos uma Universidade cada vez melhor.

Na área da internacionalização, a UMinho conheceu nestes últimos um reforço da nossa presença nas redes internacionais de universidades; ao nível da captação de estudantes internacionais, a Universidade estava a aproximar-se dos 15% de estudantes estrangeiros em cursos conferentes de grau; tivemos uma quebra este ano como era esperável, mas diria que, apesar de tudo, foi uma quebra contida. Esse é também um sinal que demonstra a imagem de qualidade que a UMinho tem projetado de si própria.

No plano interno, procedeu-se a uma reorganização muito significativa das nossas unidades de serviços, visando lançar as bases para a modernização administrativa de que a Universidade carece. Integrámos mais de 100 trabalhadores que tinham vínculos laborais precários com a Universidade. Iniciámos, usando a figura do contrato-programa, um movimento de reforço da autonomia e da responsabilidade das nossas unidades orgânicas.

É, portanto, um balanço positivo aquele que faço.

 

Em termos de experiência pessoal, o que considera ter sido mais gratificante enquanto Reitor?

É ter verificado que a UMinho, durante este período em que tenho sido Reitor, tem melhorado continuamente os seus níveis de desempenho. A Universidade tem demonstrado ser cada vez mais relevante em termos da qualificação e da educação superior das pessoas. Tem uma posição cada vez mais expressiva no contexto nacional e internacional, no que diz respeito à produção científica, e tem hoje uma rede de relações com outras entidades que a tornam um ator relevantíssimo na promoção do desenvolvimento social, económico e cultural, da região e do nosso país. Para lá de todas as contrariedades, a Universidade continuou a afirmar-se e vem melhorando progressivamente a sua capacidade de resposta aos desafios com que se confronta.

Algo que não esquecerei mais, foi o modo como a Universidade foi capaz de reagir no cenário, muito agressivo para nós, de pandemia. O modo como nos adequámos àquilo que foram e são as novas condições de desenvolvimento a nossa atividade educativa, científica, etc., foi assinalável. É certo que cometemos erros, que provavelmente hoje atuaríamos de um outro modo. Mas foi exemplar a disponibilidade que as pessoas demonstraram para reinventar a Universidade, razão para eu me sentir profundamente grato a todos. E mais grato ainda, quando olhamos para as iniciativas que a Universidade e a suas unidades desenvolveram para apoiar as nossas populações e as instituições de saúde.

 

O ano de 2020 não foi um ano fácil, e o início de 2021 está também a ser penoso, para o país e para a UMinho. Que balanço faz, o que correu bem e menos bem?

É evidente que os efeitos da pandemia são muito perturbadores e penalizadores para todos nós. A UMinho tem no ensino presencial o regime por excelência de concretização do seu projeto educativo. Quando isso se tornou muito difícil ou impossível, naturalmente que os objetivos da Instituição ficaram prejudicados e os processos de ensino e de aprendizagem afetados. É bom valorizarmos aquilo que de muito bom fizemos, mas também devemos reconhecer que coisas houve, importantes, que se perderam pelo caminho.

O que não faz sentido é a narrativa de que a Universidade não fez bem. Ao longo destes meses pude apreciar, da parte dos vários órgãos da Universidade, dos docentes e dos investigadores, dos trabalhadores técnicos, administrativos e de gestão, a enorme vontade de ultrapassar as dificuldades que nos apareciam pela frente. Conseguimos manter a Universidade em funcionamento num nível assinalável, em todos os seus eixos de missão. E isso só foi possível porque esta é uma instituição forte, resiliente e dotada de excelentes recursos humanos.

 

Até que ponto é que ficaram por fazer projetos importantes para a Academia?

A alteração do nosso quotidiano, associado a todo o esforço que a Universidade teve que fazer para responder imediatamente aos constrangimentos que nos eram postos pela pandemia, veio afetar a vida da instituição e a vida das pessoas que a fazem. Ao nível mais institucional, muitas iniciativas e projetos ficaram prejudicados: os projetos educativos viram-se amputados ou diminuídos em algumas das suas componentes, com prejuízo para a formação dos estudantes; a atividade de investigação, por efeito das restrições no acesso a laboratórios ou a contextos de investigação, foi afetada; a interação com a sociedade não escapou à redução das oportunidades de colaboração da Universidade com outras entidades. Vivemos um ano com as instituições muito mais voltadas para a resolução dos seus problemas imediatos, e menos disponíveis para prosseguir iniciativas de colaboração internacional. A situação de emergência em que fomos colocados obrigou-nos a um olhar muito mais preocupado com aquilo que mais diretamente nos afetava. Houve uma espécie de suspensão da nossa vida, a que teve de corresponder uma focalização maior sobretudo no ensino e, na medida do possível, da investigação, como forma de preservar tudo aquilo que é nuclear na vida da Universidade.

Houve projetos de infraestruturas que também foram afetados; foi o caso da instalação, no AvePark, do Centro de Computação Avançada do Minho (MACC), em que a UMinho tem particular presença; o mesmo se passou com a construção do edifício que, também no AvePark, vai acolher a infraestrutura TERM Research Hub, da responsabilidade do I3BS. Mas são projetos que estarão concluídos em breve. Antecipo como mais problemática a resolução de um problema que se arrasta há anos, o da construção de residências para estudantes de que tanto precisamos.

 

Que tipo de consequências é que as frequentes paragens das atividades letivas e de avaliação em modo presencial assim como de outros serviços poderão ter para a formação completa/inteira que a UM preconiza para os seus estudantes?

Há um conjunto de experiências educativas, que envolvem interação e vivência direta, que não se vão recuperar. Começámos este ano letivo com algum otimismo relativamente à possibilidade de uma normalização da atividade da instituição. O que se passou no início de 2021, foi, desse ponto de vista, terrível. Fez-nos regressar a um plano muito próximo ao que tivemos em março e abril de 2020. A normalização que esperamos que aconteça agora vai criar condições para alguma recuperação do tempo perdido, mas para muitos estudantes isso não será possível. O seu percurso vai ficar marcado por este fenómeno. Muitos estudantes terão feito praticamente metade do seu percurso académico em situação de instabilidade provocada pela pandemia. Vivemos um ano terrível enquanto país e enquanto povo; todos nós, de uma forma ou de outra, fomos afetados pela pandemia, e não podemos pensar que seria possível à Universidade manter-se à margem dos problemas com que o país se confrontou.

 

Um dos serviços mais afetados na Universidade por esta pandemia foram os Serviços de Acção Social da Universidade do Minho (SASUM). Já reafirmou em diversas ocasiões o compromisso da UM com a sustentabilidade dos SASUM no futuro próximo e com a manutenção da qualidade dos serviços prestados á Academia. Que cenários antevê para a sustentabilidade financeira destes Serviços no atual quadro de autonomia administrativa e financeira?

Os nossos Serviços de Acção Social provaram ao longo do tempo que são sustentáveis. Desempenham um papel que eu diria insubstituível na criação de condições adequadas para que os nossos estudantes possam desenvolver a sua formação, providenciando serviços de alimentação, alojamento, desporto, apoiando a atividade cultural. Têm-no feito, reconhecidamente, com grande qualidade. São serviços de referência.

É verdade que a sustentabilidade dos Serviços depende da existência de condições para a prestação dos serviços que lhe correspondem, e estas foram severamente afetadas ao longo de todo o ano passado, afetando também as receitas. Sempre disse e continuo a dizer que a UMinho não pode deixar de ser solidária com os seus SAS, porque é uma solidariedade merecida, em função da qualidade de que os Serviços têm dado prova.

Não podemos olhar para a sustentabilidade dos SASUM, analisando só e apenas aquilo que foram os resultados da atividade dos Serviços ao longo de 2020. Temos de perceber que esse foi um tempo extraordinário. A minha convicção profunda é que, retomadas as condições normais de funcionamento da Universidade, os Serviços serão capazes de encontrar, novamente, o caminho que foi sempre o seu. Um caminho que conferia tranquilidade à administração da Universidade, porque estava salvaguardada a sua sustentabilidade financeira.

Não há razões, a meu ver, para repensar o modelo de organização dos Serviços ou a sua inserção na Universidade. Este modelo tem provado a sua eficácia e eficiência. Não quer dizer que não haja espaço de melhoria, mas temos todas as razões para nos revermos no trabalho que os SASUM vêm fazendo.

 

Pensando agora no futuro, afirmou recentemente que será recandidato à próxima eleição para reitor. O que o fez tomar essa decisão?

O exercício de autocrítica é essencial para quem tem posições de liderança em organizações tão complexas como a Universidade. Este exercício retrospetivo deve ser acompanhado de um outro, que projete o futuro e avalie as condições para se ser protagonista desse mesmo futuro. Este é um exercício que requer também interações com as pessoas que nos acompanham, que consideramos serem particularmente conhecedoras da vida da Universidade e daquilo que é o seu entorno. É pensando no que se fez e na capacidade que se julga ter para vir a ser protagonista no futuro, que devem ser tomadas as decisões.

A verificação de que a Universidade foi melhorando os seus níveis de desempenho em praticamente todos os domínios de atuação, a convicção de que há um caminho a seguir de melhoria da Universidade, de que há projetos que têm que ser continuados levou-me a anunciar a minha intenção de ser novamente candidato a Reitor. 

 

A UMinho passou a Fundação Pública com regime de Direito Privado em 2016, cumprindo os primeiros 5 anos “probatórios” de desenvolvimento de atividade no âmbito desta figura jurídica. Entende que este regime continua a ser vantajoso para a UM?

Ao longo do ano passado tive a oportunidade de apresentar ao Conselho Geral uma proposta de metodologia para se proceder ao exercício de avaliação a que a Universidade está obrigada após 5 anos de aplicação do regime fundacional. A estratégia proposta envolve, basicamente, a produção de um relatório por parte do Reitor e a realização de um conjunto de debates dentro da Universidade sobre o modelo fundacional e sobre aquilo que são as tendências de desenvolvimento do ensino superior em Portugal e na Europa.

Estamos numa fase de recolha, tratamento de informação e preparação de iniciativas. Considerando estes dados, ainda antes do verão ou imediatamente após, apresentarei uma proposta fundamentada ao Conselho Geral, sustentada nos dados de evolução da Universidade.

 

Que tipo de oportunidades é que antevê para a UM no contexto do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)?

O PRR abre um conjunto de possibilidades muito interessantes para a Universidade. Na formulação atual do documento existem oportunidades para as unidades de investigação, em articulação com outras entidades, desenvolverem respostas aos desafios identificados seja no âmbito da dimensão da resiliência, sobretudo na componente de investimento e inovação, seja nas dimensões da transição digital e da transição climática.

Também no domínio da qualificação e das competências surgirão oportunidades de financiamento que permitirão estruturar novas áreas de atuação da Universidade, designadamente na formação de adultos, e responder a necessidades de reequipamento e de transformação da infraestrutura. 

Também se anteveem oportunidades ao nível dos apoios ao alojamento dos estudantes. Que condições vão ser criadas para as instituições é algo que ainda não é de todo claro! 

 

A questão do Alojamento universitário continua na ordem do dia. Alguns desenvolvimentos a este respeito de que nos queira dar nota? 

Continuamos a viver uma situação muito penosa. Quando foi lançado o plano de alojamento para o ensino superior estávamos convictos de que se ia oferecer à UMinho a oportunidade de resolver problemas com que se debate. Fizemos, em articulação com os SASUM, vários levantamentos de edifícios utilizáveis, procurámos perceber que modelos são hoje relevantes, tivemos interações com promotores, mas sempre no pressuposto de que haveria, por parte do Estado português, uma resposta e um apoio efetivo a estas necessidades. Infelizmente isso não aconteceu e, lamentavelmente, três anos após o lançamento do plano, estamos praticamente no mesmo ponto. Apesar dos apoios e da disponibilidade das autarquias da região, não foi possível avançar, verificada a inexistência de um quadro de financiamento adequado. Mantemo-nos numa situação muito desinteressante, de grande indefinição, de grande ambiguidade acerca das respostas que o Estado pretende dar sobre esta matéria.

 

A AAUM irá ter finalmente uma nova Sede que tudo indica será localizada no campus de Gualtar. Um projeto que os estudantes há muito anseiam ver concretizado. Para quando a primeira pedra e para quando a sua edificação? 

Temos neste momento constituída uma comissão que está encarregada de acompanhar a conceção e a execução da nova sede da AAUM. O edifício ficará localizado no campus de Gualtar, no espaço entre a Vivenda Sameiro e os edifícios do IE, ICS e Escola de Psicologia. A Universidade irá ceder o terreno para implantação do edifício que será construído pela AAUM. O processo será monitorizado pela comissão, que é constituída por representantes do Reitor e da direção da AAUM. As grandes opções estão tomadas. Agora há um conjunto de passos que têm que ser dados, incluindo a elaboração dos projetos de especialidade. Temos uma expectativa muito grande que, antes das férias de verão, teremos os estudos feitos, devendo a construção iniciar-se na parte final de 2021.

 

Num contexto de tanta incerteza, qual a mensagem do Reitor sobre o futuro próximo da UM, nomeadamente o que é que a Comunidade Académica pode esperar do seu Reitor quanto ao arranque do próximo ano letivo?

Todos aspiramos a que o funcionamento do próximo ano letivo represente o regresso à normalidade da vida da UMinho. Essa é a nossa maior ambição, e é nesse sentido que vamos trabalhar. Já estamos a planear o próximo ano prevendo o retomar do nosso modo normal de funcionamento.

A Universidade passou por uma provação e resistiu, transformou-se e aprendeu. Aprendizagem que será muito importante para a organização futura das nossas atividades.

A minha mensagem é a de sempre: a afirmação de uma convicção inabalável acerca da relevância da Universidade do Minho. Uma instituição essencial para a valorização das pessoas, da região e do país.

Testemunho e agradeço a vontade e a capacidade dos membros da nossa comunidade em concretizarem a nossa missão institucional, contribuindo efetivamente para fazer de Portugal um país melhor.

 

Universidade do Minho

Projeto de sucesso.

COVID-19

Ameaça e resiliência.

Investigação

Centralidade na missão da Universidade.

Educação

Condição de cidadania.

Fundação

Projeto a aprofundar.

Sustentabilidade

Objetivo essencial.

Plano de Resolução e Resiliência

Oportunidade.

Manuel Heitor

Interlocutor sempre disponível.

Ensino Superior

Fator essencial de desenvolvimento.

Portugal

O meu país.

Texto: Ana Marques

Foto: Nuno Gonçalves 

Arquivo de 2021