gatuna
Cultura, 02.05.2018
“Ser Gatuna não se explica, sente-se”
UMinho
O dia 28 de abril ficará marcado para sempre na história da Gatuna - Tuna Feminina da Universidade do Minho que celebrou 25 anos de existência. A comemoração das Bodas de Prata realizou-se pelas 15h30, no salão medieval do Largo do Paço.

Maria Valada, que na Gatuna dá pelo nome de "Muffin", deu início à solenidade e frisou, com uma maneira muito própria de ser Tuna, as conquistas do grupo ao longo destes 25 anos, que conquistou um lugar sólido no panorama musical universitário.

Paula Veras e Anabela, duas das fundadoras do grupo, emocionaram-se ao relembrar a criação do grupo em 1993. "No fim da década de 90 cantávamos pelas ruas desta cidade o seguinte refrão: Toda vida hei de ser Tuna, toda a vida hei de cantar", relembrou Anabela com os olhos marejados.

Na ocasião as gatunas surpreenderam o público com a estreia do videoclipe gravado no centro da cidade de Braga, com a música "Braguesa".

O ano de 2018 será preenchido de iniciativas para celebrar as bodas de prata que terão o seu termino a 27 de abril de 2019. As comemorações incluem o Festival de Tunas Femininas, o Jantar do Caloiro, o projeto MIAU e a exposição foto bibliográfica destes vinte e cinco anos de Gatuna.

Destaca-se ainda o encerramento da celebração, a 27 de abril de 2019, com um concerto intimista e muito especial, que deixará em aberto os próximos 25 anos, explicou Marina Mendes, que na Gatuna dá pelo nome de "Loune".

A comemoração contou com a presença de várias entidades, destacando-se a Câmara Municipal de Braga, representada pelo vice-presidente, Firmino Marques, e pelos vereadores Lídia Dias e Altino Bessa, Eva Sousa, representou o pelouro do Desporto e Juventude. Guilherme Pereira, pró-reitor da UMinho, Nuno Reis, presidente da AAUM, Carlos Videira, dos Serviços de Acção Social, entre outras entidades convidadas.

A sessão terminou com um concerto e corte do bolo de aniversário.

Texto: Priscila Rosossi

Arquivo de 2018