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Cultura, 14.12.2012
Exposição dedicada à comemoração dos 200 anos da Guerra Patriótica de 1812, na Rússia
UMinho
Encontra-se aberta, até ao dia 14 de dezembro, no hall do CP II da UMinho, uma exposição dedicada à comemoração dos 200 anos da Guerra Patriótica de 1812, na Rússia, contra as invasões napoleónicas, que ilustra a campanha militar russa, dos momentos mais dramáticos ao seu desfecho. Uma extensão desta exposição encontra-se também patente ao público no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga.


O ciclo de atividades dedicadas à Guerra Patriótica inclui também, no dia 5 de dezembro, pelas 14h00, no Auditório do ILCH, umapalestrasobre esta temática pelo representante da Agência Federal Russa de Cooperação em Portugal e, pelas 21h00, no Auditório Adelina Caravana do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, umRecital de Poesia Russadedicado ao tema, acompanhado por obras musicais de compositores russos. A poesia vai ser declamada por alunos da UMinho com acompanhamento da pianista Rosa Gondar, docente daquele Conservatório.

As atividades são organizadas pelo Departamento de Estudos Germanísticos e Eslavos do Instituto de Letras e Ciências Humanas (ILCH), juntamente com a Embaixada da Rússia e a Representação em Portugal da Agência Federal Russa de Cooperação.

Sobre a Guerra Patriótica de 1812

O período histórico do combate das invasões napoleónicas na Rússia ficou conhecido como a Guerra Patriótica de 1812 graças, não só à resistência feroz oferecida pelo exército russo na frente de batalha, mas também à participação em massa de toda a população do país nas guerrilhas das milícias formadas nos territórios ocupados. A coragem e o heroísmo que demonstraram as tropas russas e os povos da Rússia na expulsão de Napoleão do território do país desvendaram o mito sobre a invencibilidade do seu exército. Por sua vez, a derrota de Napoleão em 1812 na Rússia constituiu o impulso para a libertação da Europa Ocidental do domínio napoleónico. A estratégia perspicaz utilizada nas companhas de 1813-14 pelos generais russos conseguiu também derrubar a arte militar de Napoleão, destruindo o seu exército e império.

Fonte:http://www.ilch.uminho.pt/deg

(Pub. Dez/2012)

Arquivo de 2012